o eco...
A névoa encobria de novo
a cidade.
Pela manhã...
Outrora fora noite...
escura,
fria, húmida...
e densa.
Profunda harmonia
entre ambas
formam finalmente
o eco do silêncio...
Seu reflexo e geometria
propaga-se
num vazio de espirais...
capaz de
contornar as ondas...
o mar...
soltar no vento
um desejo...
da sua existência...
algures...
por aí!...
em alguma coisa...
em qualquer lugar...
em alguma parte!...

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