...

.
tchuiiii!!!
.
vou fechar este livro...
.
.
vou fazer...
um silêncio...
.
um
adeus...
e até já!...
.
.
outros "momentos" em...
.
.

Loucos e santos...

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.Quero-os metade infância e outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto e velhos, para que nunca tenham pressa.
Quero amigos para saber quem eu sou...
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril..."

Oscar Wilde

" possivel..."

A diferença
entre
o que se conhece
e o que não se conhece...

é o tempo...

Espera!...

Isso é possivel.


"não esgotes o tempo do possível..."

espero.

Palavras!... Silêncio!...

De tudo o que produzo,
ultimamente.
Reflexo vago...
sem explicação?!...
-
Sentido.
-
Fases?!...
-
Sentei-me.
-
Há um longo silêncio!...
-
Fecho-me.
"Vou fazer silêncio...
porque quero ouvir o vento.
A música,
os pássaros
as águas deste rio,
as pequenas coisas que nos cercam,
ou apenas..."
.
Porque espero.
em silêncio!...

mundos mudos...

mundos mudos
dA wEaSeL - aMoR, eScÁrNiO e MaLdIzEr
rui massena - czech national symphonic orchesta

...

"Ao longe procuras
Sem saber o que encontrar
(um reflexo de sol)

O sofrimento
É o único sentimento puro,
Não menos,
O menos desejado.

É um silêncio que não se cala,
Nunca morre,
No âmago
Do teu ser,
Do mais intimo
(há sempre uma razão para sofrer)

O refúgio,
A solidão.

Rodeado de gente
Sem ninguém realmente perto.

Olhos baços,
Molhados,
Boca triste.
Pinturas ao espelho
São uma máscara,
Fingimentos da alma.

Nunca se deveria chorar sozinho."

Carlos Veríssimo

existe...


"... Em tudo existe

Algo de triste

Uma ilusão."
.
.
Canção do tempo
Madredeus-Rui Machado

há...

"Há pessoas que transformam o Sol numa simples manhã amarela,
mas há aqueles que fazem de uma simples manhã o próprio Sol."
Picasso

cais


"Para quem quer se soltar invento o cais... ..."

milton nascimento/ronaldo bastos

marcas...

Caminho
pelo Universo...
Imagino.
Infinito.
Ilimitado.
Possível...
É isto equilibrio?!...

25 de Abril... sempre.

raiz...

Tenho
um ramo,
que se forma
a partir dum fio
uno
... e indivisível!...

Sua
raiz
diverge
silenciosamente...

Em profunda harmonia!...

fácil de entender


the gift

...

Confesso que até hoje só conheci dois sinónimos perfeitos: "nunca" e "sempre".
( Mário Quintana)

cor

Parece-me um reflexo
tranquilo

Acontece.

De súbito
contradiz...
Do sorriso fino
brota
cor!...

verdades!...

Se te derem um céu...
voa ao sabor
do vento!...

Se te derem um mar...
de ilusão...
navega ao sabor
do tempo!...

Paciência...

.
LENINE - ACÚSTICO MTV 2006
.
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára
.
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida é tão rara
.
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
.
E o mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
.
Será que é tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (Tão rara)
.
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára(a vida não pára não)
.
Será que é tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)
.
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não rara (a vida não pára não... a vida é tão rara...)
.
by Lenine e Dudu Falcão

beatles... revisited...


the Beatles - Cirque du Soleil

sentir...

Cor,
sentir
a brisa...
sons
nomes.
Sentido.
Arte
loucura?!...
Renascer
Imaginado
inimaginado!...
Todo o desejo
todos os dias...
Todo o silêncio!...

...

Hoje
bati á tua porta
e não estavas...
Atrás dela
sorrateiramente
vislumbrei
... a sombra da tua ausência!...

esquissos...


rugas...

Á margem das palavras
e de duro silêncio!?...
quem entende essa voz.
Não se diz nada
e no mais profundo sentir,
vale o tempo
que alimenta esses horizontes!...
Sonhos da vida...
Rasgados pelas rugas
que um dia a dor
ali vincou....

coisas...

Delicadamente
começaria
por esboçar
riscos e traços
com uma caneta...
-
Obviamente
captando momentos...
-
de
coisas...
que inadvertidamente...
saltam...
e deambulam
soltas...
-
Fixo-as ali
permanentemente...
numa exacta
e real...
perspectiva das coisas!...
-
O canto da cotovia ouvia-se ao longe!...

... chegou a Primavera!...

Dia Mundial da Poesia
e
Dia da Árvore

...

reflexos!?...


o desejo...

O desejo
fechou-se um dia para pensar!...
Na sua forma de ser
estranho...
mas
na sua ausência...
sinto
que talvez
exista
como alicerce de um sonho...

infinito...

Parto e...
vagueio
nas asas do vento.

-
No verde
do campo
renasço...

-
Com o calor
do sol...
existo.

-
Preencho...
------------espaço...
--------------------- ...longo.

-
-----no infinito... do
--------------- --- ... profundo
---------------------------------silêncio!...

dispersão...


"Há momentos em que parto não sei para onde. Navegação espiritual. Ou dispersão na terra abstracta, a única que se vê quando não se vê. São as grandes caçadas dentro de mim mesmo, a busca da magia perdida, uma palavra cintilante, uma perdiz imaginária, um sopro, um ritmo, uma espécie de bafo. Como o teu. Às vezes sinto-o, outras não. Mas sei que estás aí, algures, enroscado na minha própria solidão."

"Cão Como Nós" Manuel Alegre - D. Quixote, 2002

esboço...

Projectamos
algo...
abstracto!...
-
Num mundo de ilusão...
-
Produzimos
subjectividade...
-
Objectivo...
-
dum sonho
concreto
... de realidade!...

algures...

Surpreso

-------e estupefacto

Observo

-------no horizonte

as cores

-------dum sol

que outrora

-------se pôs

-----------------e foi embora!?...

algo...

Existem ruas e caminhos
nas quais me disperso...
O meu olhar
percorre paredes,
janelas
e telhados...
suas cores...

Desvio o olhar...
encontro sempre algo de novo...

devEm eXistiR cOrEs inteNsaS em alGum LuGaR...

nUmA soMbra
pRocurA
uM trAço,
umA coR
talvEz um aRco-íriS...
uM soRrisO,
apEnaS...
nUm instAntE qUe seJa...

-
coMo num cOnTo de fAdaS,
eNcontRaráS
rEstOs
daQuilo qUe proCurAs...
eM almAs cHeiAs de aLmA,
eM sonHos
e dEseJos...
em pEdaçoS dE...
sOrriSos infiNitoS...

-
iNstaNteS
eM que obserVanDo
a tUa próPria soMbra
vEráS o RefleXo
dA luz que tE ilUmiNa...

-
o rEfleXo é tEu...
mAs tu nãO és o reFlexO...

I think of this...

spoon... Dave Matthews Band

Serei?!...

Sou sombra no espelho
reflexo de sonho e ilusão.
Sou construção dinâmica
num mar infinito de mistério.
Sou o lugar daquilo que sentes falta,
na percepção dos sentidos.
Sou tudo no livro da minha vida,
e que esse mundo me procure apenas,
num instante desse infinito,
prolongado...
talvez,
... num eco dum grito calado!...

o olhar demora...

Num instante
só,
um olhar
alegre e triste.
Numa mudança simples...
Certa,
fácil,
longa...
Ao longe.
Punham-me muito longe.
Labirintos...
que uma aranha teceu.
Só que não fazia sentido...
Olhos nos olhos
o olhar demora.
Este poema
observa-me.
Absorve-me...
Num instante.

o eco...

A névoa encobria de novo
a cidade.
Pela manhã...
Outrora fora noite...
escura,
fria, húmida...
e densa.

Profunda harmonia
entre ambas
formam finalmente
o eco do silêncio...
Seu reflexo e geometria
propaga-se
num vazio de espirais...
capaz de
contornar as ondas...
o mar...
soltar no vento
um desejo...
da sua existência...
algures...
por aí!...
em alguma coisa...
em qualquer lugar...
em alguma parte!...

...

Silêncios,
poucas palavras.
Sentir profundo.
O mar revolta
a inofensiva e indefesa
areia,
ao seu prazer e sabor...
... na praia!...

soltos..

Transporto
sonhos
como
grãos de areia
em minhas mãos.
Finos...
minúsculos...
Deslizam
soltos...
e esquivam-se...
pelos meus dedos!...

utopia...

" o que faz falta é animar a malta... "---

Sem muros nem ameias
Gente igual por dentro
gente igual por fora
Onde a folha da palma
afaga a cantaria
Cidade do homem
Nao do lobo mas irmao
Capital da alegria
-
Braço que dormes
nos braços do rio
Toma o fruto da terra
E teu a ti o deves
lança o teu
desafio
-
Homem que olhas nos olhos
que nao negas
o sorriso a palavra forte e justa
Homem para quem
o nada disto custa
Será que existe
lá para os lados do oriente
Este rio este rumo esta gaivota
Que outro fumo deverei seguir
na minha rota?

visões...

Vejo tais coisas...
em reflexo
pela sua sombra projectada
nestas paredes húmidas.
Olho
este pássaro
que canta em silêncio
uma canção
... que não se aprende!...

a cor...

Inesperado
movimento
do eu e do outro.
Talvez vida...
talvez choque.
Silenciosamente
ao luar,
luzes acesas,
chuva e neblina.
Dissipam-se
a profunda harmonia
entre ela e o mundo...

nas tuas sombras...

Pelas tuas estreitas ruas
percorro...
travessias na
matéria do tempo.
Cidade abrupta.
Mergulho
nas tuas sombras,
teu granito,
iluminado pela tua geometria.
Compacto,
rude envolvente.
Absorvente.
Absorvido
pela tua luz,
te percorro
... pelos flancos.

Poema...

(O Eugénio de Andrade espera-me num Café.
Atravesso as ruas do Porto
- a cidade onde nasci - com os punhos cerrados de dor.)

Não nasci por acaso nestas pedras
mas para aprender dureza,
lume excedido,
coragem de mãos lúcidas.

Aqui no avesso da construção dos tempos
a palavra liberdade
é menos secreta.

Anda nos olhos da rua,
pega lanças aos gestos,
tira punhais das lágrimas,
conclui as manhãs.

E principalmente
não cheira a museu azedo
ou musgo embalado
pela chuva da boca dos mortos.

Começa nos cabelos das crianças
para me sentir mais nascido nestas pedras.

Porto
- cidade de luz de granito.

Tristeza de luz viril
com punhos de grito.

José Gomes Ferreira

cores...

"My morning earning"

instante...

Se por acaso,
na procura duma cor
neste jardim...
encontrares,
luz e
sombras reflectidas,
num instante
ela renasce
na figura que és...
e procuravas.

cores...

sinto...

Tenho só ar á minha volta.
Impossivel de sentir,
impossivel de tocar.
O coração pulsa...
É possível escutar!...
No som profundo do Inverno suave,
se por acaso te toco...
Sinto...
não há distância.

sombra...

Outra vez ali.
Afasto o luar.
Miro a Ursa Maior.
Indica-me o Norte...
Divago... porque a música acabou...
Recomeço!...
Definitivamente.
Há um longo silêncio...
Numa janela iluminada,
uma sombra é reflectida.
Num instante...
estática.
noutro...
dinâmica.
A minha sombra faz isso... muito melhor!...

perspectivas...

____________Perpectivas...
____________de sonhos...
____________"figuram"
____________nas sombras reflectidas,
____________desse chão húmido e vazio.
______________
____________O restante
____________é parte dum todo...
____________objectivo e concreto...
____________subjectivo e abstracto...
______________
____________Complexo?!...
____________excluo aí,
____________a parte
____________em que o vazio
____________dessas sombras...
____________reflectem a figura.

é mais...

É mais...
Tremor e vibração.
Palavras necessárias.
Isolamento,
capaz de compreender tudo.
Vazio vertical em...
transparência.
-
Na tarde limpa,
de luz e linhas,
o silêncio
é abstracto e concreto.
-
O deserto é mais vasto que o mar...
Forma a paz.

gota...

Gota minúscula
desce sua face...
escorre...
baila.
Ao som da melodia
triste...
alegre...
.
Hoje não se ouve o grito.
Não se sente
o choro...
quieto...
medita,
imenso o seu destino.
Contorna a sua existência...
.
Águas brandas...
gota...
de um rio imenso...
que tempestade
ofusca
a existência?!...
.
A lágrima
meiga...
suave...
como um fio de cristal...
frágil...
.
esquecendo...
sonhando...
.
apenas escorrendo... cai...

bebe!...


-
-
O sonho escorre,

pela água límpida

deste rio!...

Não te esqueças de a beber!...

o instante...

Dum
supremo instante,
num momento!...
Continuar a distrair-nos de tudo,
o que nos surpreende...
o que nos atormenta.
explica o vento que te invade...
Imagem.
Reflexo.
de si...
dum momento...
num instante.

fui...

Possivelmente
ser
é estar.
distante!...
evidentemente.
ser.
Palavra inútil!...
Olho o futuro a um metro dos pés.
Tudo o resto é nada...
Absolutamente nada.
Absolutamente tudo.

nunca...


não esgotes o tempo do possivel !?...

no alto...

da montanha...

lá...



Lá no alto da montanha,
não sei onde...
tracei linhas,
acontecimentos...
que ultrapassam,
o meu entendimento...
Julgaria,
não obstante,
possuir a verdade.
-
Fechou-se o sol,
é noite,
no alto da montanha...
toco as estrelas...
e fecho os olhos...
apenas...
para escutar...

vida...

Traços da natureza!...
Serenidade...
Sentimento e medo...
tristeza, inconsequência
e sonho!...
"que fria eram as águas!..."

apenas...

Conservar algo,
da construção que fazemos de nós...
uma linha bem ténue,
traçada de forma aleatória,
indiferente,
apenas traços, rabiscos...
palavras e som.
Limitei-me a sentir...
são momentos...
-
Sou do tamanho deste silêncio.
-
Vou fazer silêncio...
porque quero ouvir o vento,
a música,
os pássaros,
as águas deste rio,
as pequenas coisas que nos cercam...
ou apenas...
porque as palavras estão gastas.


angel...


massive attack

gota a gota...


Encharcadas...
pela chuva miúdinha e cinzenta,
gota a gota.
intensificou-se...
a tempestade nocturna.
Madrugada mais serena,
por momentos,
com a luz das manhãs de outrora...
uma coisa, estranhamente...
o seu poder do silêncio.
Observamos...
Tiramos notas...
traçamos linhas... planos...
geometrias de alinhamentos...
Exactas e desertas,
divergem...
As ruas permanecem com ar lavado e limpo...
em silêncio.

saudade.

Funny - Junho 1990/20.01.2006

perfume...

A planta que renasce

traz-nos um pouco de ti...
a raiz a fortalece.
A flor...
explode
seu sentir...
gestos lentos
solidão...
máscara.
Tudo se detem...
tudo se contém...
tudo se absorve.
Alcança
a harmonia da existência,
o ritmo,
o ponto de equilibrio!...
Simplesmente
pela palavra,
num múrmurio...
num sussuro...
num lamento.
Renasce
sem sentir.
O seu perfume espalha-se...
Imaginação e sonho...
transparência... vigor...
... e talvez um pouco de humildade!...

reflexos...

outrora,
como se o tempo parasse...
diante da imensidão deste espaço
Transpareces
talvez falte o sabor
ou o perfume dessa música...
Num delirio
conto carneirinhos...
Adormeço
e quando em sonhos
umas sombras estranhas aparecem...
reflexos projectados
do tempo...
o vento forte que lá fora sopra...
sopra... sopra...
até que as espalha...
na minha memória.

sob o olhar...

A noite está
serena e calada...
Tudo dorme.
sob o olhar espectante da lua...
sob a sombra reflectida das árvores!...
Alguém
Procura uma melodia,
que dizem,
ecoa
pela noite dentro...

aos amigos...


Amo devagar os amigos que são tristes com cinco dedos de cada lado.
Os amigos que enlouquecem e estão sentados, fechando os olhos,
com os livros atrás a arder para toda a eternidade.
Não os chamo, e eles voltam-se profundamente
dentro do fogo.
- Temos um talento doloroso e obscuro.
construi­mos um lugar de silêncio.
De paixão.

-
Herberto Hélder

retalhos...


stairs...


Stairway to heaven...-----------------------------------

---------------------------------... behind the sun.







estranha forma...

Imagens...

sentir o horizonte...

fitar a lua...

sentir o que vai dentro dela...

ouvir

ao longe, a música do mar...

fitar as sombras da minha mão,

estranhas formas,

sombras em movimento...

... porque a vida não se acaba nunca... apenas recomeça!...

pensamentos...







Todos os dias deveríamos ler
um bom poema, ouvir uma linda canção,
contemplar um belo quadro
e dizer algumas bonitas palavras.
-
Pensar é mais interessante que saber,
mas é menos interessante que olhar.
-
Goethe

ele deseja os tecidos do céu

Tivesse eu os tecidos bordados dos céus,
Lavrados com a prata e o ouro da luz,
Os tecidos azuis e foscos e de breu
Que têm a noite, a luz e a meia-luz
Estenderia esses tecidos a teus pés:
Mas eu, porque sou pobre, apenas tenho sonhos;
São os meus sonhos que eu estendi a teus pés;
Sê suave no pisar, que pisas os meus sonhos.
-
William Butler Yeats

Ligações...

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